‘Além do Horizonte’ ergue cidade flutuante no Projac

A aposta alta da Globo em Além do Horizonte, novela das 7 que substitui Sangue Bom a partir de segunda (4), reflete-se principalmente na sofisticada cidade cenográfica construída no Projac: com dimensões de um povoado real, a fictícia Tapiré foi plantada sobre a água, numa área escavada de 5.700 metros quadrados.

Rodrigo Simas e Christiana Ubach durante as gravações na Amazônia - Alem do Horizonte

Rodrigo Simas e Christiana Ubach durante as gravações na Amazônia – Alem do Horizonte

Com 22 edificações, entre armazém, escola, igreja, boate e palafitas, o conjunto criado pelo cenógrafo Alexandre Gomes reproduz uma típica cidade ribeirinha da Amazônia, onde se passa parte da trama dos estreantes Marcos Bernstein e Carlos Gregório. Há ainda um lago, para as cenas com canoas e barcos, cuja água é renovada por um sistema especial de filtros e bombas. Soma-se a isso um backlot estrategicamente posicionado e – voilá! – não saberemos distinguir o que é Amazônia e o que é Projac.

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